Em seu livro A New Science of Life, Rupert Sheldrake sugere a hipótese de todos os sistemas serem regulados não somente por energia e fatores materiais conhecidos, mas também por campos invisíveis de organização.
Estes campos morfogenéticos (de morph = forma e gênesis = vindo a ser) seriam matrizes invisíveis que ressonam atravé do espaço e do tempo no campo causativo das espécies.
Um exemplo disto está descrito no livro de Lyall Watson intitulado Lifetide: The Biology of Consciouness, o que o autor descreve o que hoje é popularmente conhecido como o Princípio do Centésimo Macaco.
Ele descobriu que depois que um grupo de macacos aprendeu um novo comportamento, outros macacos, em outras ilhas, sem nenhum meio de comunicação possível entre eles, demonstram ter o mesmo conhecimento.
Rupert concluiu também que o processo criativo, que dá origem a um novo pensamento, através do qual novos conjuntos são compreendidos, é semelhante neste sentido, pois dá origem a um novo processo evolutivo global e, por estar em um nível mais elevado de vibração, tem o poder de conectar coisas antes separadas.
Jack Sarfatti, outro físico, sugere em Psychoenergetic Systems que a realidade multidimensional é aquela onde os acontecimentos estão correlacionados.
O Dr. David Bohm, físico quântico, assegura que o universo é um conjunto inseparável, uma teia de probabilidades que interagem entre si e o universo manifesto emerge desse conjunto.
Se abrirmos mão das nossas limitações e aceitarmos que somos campos de energia, poderemos integrar essa realidade mais ampla em nossas vidas.
Começaremos então a ver um mundo de possibilidades, certos de que nossa aura vibra em uma ordem mais elevada e esta, consequentemente, se liga a outras numa freqüência superior.
A meditação é a experiência de alçar nossa consciência a esta frequência.
segunda-feira, 31 de março de 2008
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