Imaginem o farol no continente, cujo trabalho é manter sua luz brilhando. Quando os navios estão vindo do mar para o porto, eles vêem a luz e aportam seguramente, e não nas pedras que estão escondidas sob as ondas. Existem basicamente três tipos de navios neste oceano.
O primeiro é aquele que sabe onde está indo, isto porque ele já esteve lá antes e confia nos seus mapas e na mitologia antiga para orientá-lo. Eles já aportaram por conta própria então não sentem que precisam do farol. Eles nem gostam dele e acham que ele é uma bobagem, então eles fazem o próprio caminho com os recursos que tem. Alguns conseguem chegar, outros não. Entretanto, eles falham quando não vêem que as ondas sempre mudam e as correntes da marés também. Até mesmo o tempo muda, mas eles permanecem acreditando que o que funcionou no passado continuará funcionando agora, até que um dia acabam nas rochas.
O segundo tipo de navio é aquele que busca o farol somente quando tem problemas. Quando o vento aparece e as ondas mudam, então eles desistem de usar os próprios recursos e olham para o farol. Eles o vêem e agradecem. Assim que chegam ao porto, eles retornam aos seus negócios e afazeres, e não dão mais importância ao farol.
O terceiro tipo de navio é aquele sempre se orienta pelo farol, porque ele entende que o movimento das ondas e das correntes das marés muda e que nunca se sabe onde as rochas estão. Então, orientado-se por ele, ele sempre chegará seguro ao porto.
Nós mostramos os três tipos de seres humanos que estão buscando esclarecimento através do livre arbítrio, neste momento da nova energia.
Parece que o terceiro tipo é aquele que com certeza trará luz ao planeta, mas gostaria de dizer que, infelizmente, não há muitos deles. Menos de meio por cento dos humanos do planeta tem consciência da sua divindade e da própria luz, para poder expandir, através da meditação e orações, a paz na Terra.
Repito: menos de meio por cento.

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